• Cecilia Andalaft

MíDIAS ALTERNATIVAS


O termo “mídia alternativa” é o nome que se atribui a qualquer canal ou veículo de comunicação que foge do tradicional, ou seja, toda comunicação que não é veiculada em jornal, revista, rádio ou televisão. Inicialmente vista com reservas pelos anunciantes e utilizada apenas como apoio à mídia tradicional, a crescente necessidade de inovação da comunicação aliada à criatividade fez com que as mídias alternativas conquistassem mais espaço e se tornassem mais uma possibilidade de veiculação e não apenas uma opção caso não houvesse verba.

Alguns exemplos de mídias alternativas:

Abrigos de pontos de ônibus; brindes com a marca do produto como bonés, camisetas e canetas; busdoor; placas de ruas; cartazes dentro das lojas (estimulando a compra por impulso); catálogos (com informações detalhadas dos produtos); cupons de desconto; displays; embalagens; folhetos; internet; cinemas metrô e qualquer outro veículo que gere interação com o público.

A vantagem da mídia alternativa é a capacidade de se destacar em meio a tantas informações e tantos meios de comunicação, fugindo de formatos padronizados, veiculando formas de anúncios criativos e inovadores em locais diversificados, sem a obrigatoriedade de regras, tabelas ou períodos de campanhas, e em muitos casos exigindo um menor investimento por parte do anunciante. Se na mídia tradicional o foco é no produto, na mídia alternativa o foco é no cliente, criando entre ele e o produto uma conexão mais próxima e muitas vezes emocional. Tão eficiente e impactante quanto qualquer outra mídia, é um segmento que vem trazendo boas ideias e muitas novidades, com muito espaço ainda para crescer no país.

Esse tipo de ação sai da mesmice das mídias convencionais – rádio, televisão, outdoor e impresso – com a intenção de impactar e gerar conteúdo espontâneo nas mídias sociais.


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