• Cecilia Andalaft

Curiosidade: 10 profissões antigas que deixaram de existir


Devido às mudanças que ocorrem constantemente nas sociedades existem profissões que vão sendo eliminadas com o passar dos anos. Algumas que existiam são bem curiosas e foram extintas há séculos, outras ainda existiam até pouco tempo atrás e ainda são lembradas por muitas pessoas. Vamos a elas:

1. Entregador de leite: Distribuído em garrafas de vidro, o leite fresco era entregue de porta em porta diariamente. Hoje com as técnicas de pasteurização que o preservam e com pontos de vendas como supermercados, essa profissão não existe mais. Em algumas regiões rurais ainda existe essa prática feita pelo próprio produtor, mas de forma informal e sem o aval da vigilância sanitária. 2. Arrumador de pinos de boliche: Popularizou-se na Europa e Estados Unidos na segunda metade do século XIX e inicialmente empregava crianças. Com o desenvolvimento de equipamentos mecânicos de reposição como fios de aço presos aos pinos, alguns arrumadores passaram a operar os equipamentos, até que o processo tornou-se totalmente eletrônico, dispensando essa mão de obra. 3. Despertador humano: Essa profissão nasceu junto com o emprego, a partir da Revolução Industrial no século XIX . Os trabalhadores para não perderem a hora do trabalho contratavam um profissional encarregado de acordá-los pela manhã batendo nas janelas com uma vareta de madeira.

4. Pianista de cinema: Tocava piano para dar fundo musical aos filmes do cinema mudo de antigamente e deixar a plateia mais motivada para a sua exibição.

5.Caçador de ratos: Essa profissão era bem comum antigamente. Os caçadores entravam em sótãos, porões, bueiros, sistemas de esgoto, atrás dos temíveis ratos. Durante a Primeira Grande Guerra, com a escassez de alimentos, esses profissionais encontraram uma segunda fonte de renda, comercializar os ratos para serem comidos.

6. Acendedor de lampiões: Antes do surgimento da luz elétrica, as ruas eram iluminadas com lampiões. No Brasil, apenas grandes cidades contavam com o benefício, que exigia um profissional incumbido de acender, diariamente, as grandes lamparinas no alto dos postes e apagá-las pela manhã.

7. Datilógrafo: Depois da vinda do computador e da impressora, essa profissão extinguiu-se e a máquina de escrever praticamente deixou de ser usada.

8. Coletor de cadáveres para universidade: Sempre foi difícil a obtenção de corpos humanos para pesquisa científica, mas as escolas de medicina precisavam de corpos para aprendizagem e aperfeiçoamento no conhecimento. Assim, era comum a “contratação” dos serviços clandestinos dos “ressuscitadores”, que se encarregavam de invadir cemitérios públicos, fundos de igrejas em busca de covas para desenterrar cadáveres.

9. Leitor para entreter trabalhadores da indústria: Em meados do século XIX era comum contratar pessoas para ler jornais, revistas ou livros ao longo da jornada de trabalho para aliviar o tédio das atividades repetitivas dos funcionários. Esse leitor profissional era normalmente contratado pelos próprios trabalhadores.

10. Telegrafista: Era o que transmitia e recebia mensagens através do Código Morse. Com transmissão a cabo, foi o primeiro meio para comunicação à distância, atravessando oceanos. Fontes: www.zun.com.br / semema.com


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