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  • Cláudio Aléo

Seu empregador paga pouco? Você está enganado! Veja porque.

Se você acha que ganha pouco e merece ganhar mais, a quem você pede aumento? Logicamente ao seu empregador, certo? Ouço há muitos anos funcionários quebrarem-se de seus empregadores, geralmente insatisfeitos com seus salários. Mas por que seu salário é baixo? Vamos aos fatos:

O custo de mão-de-obra se traduz na soma dos seguintes itens:

  • Taxa básica estabelecida em negociação individual ou coletiva;

  • Ajuda de custo;

  • Abonos;

  • Pagamentos por horas extras;

  • Creches;

  • Transporte;

  • Assistência médica, hospitalar e dentária;

  • Formação profissional;

  • Feriados pagos;

  • Pagamento de faltas por doença;

  • Participação nos lucros;

  • Serviços subsidiados em restaurantes, recreação, etc;

  • Cesta-básica;

  • Seguro contra acidentes do trabalho;

  • Contribuições sociais sobre salários (Previdência Social, depósitos do FGTS, PIS sobre os salários, etc);

  • Licença-maternidade e paternidade;

  • Férias remuneradas;

  • Adicional de férias;

  • Bônus salariais;

  • Pagamento por serviço em júri;

  • Gastos com treinamento;

  • Gastos com desligamento na demissão;

  • Seguro de vida;

  • Décimo-terceiro salário, etc.

O Brasil tem o maior nível de encargos e direitos trabalhistas do mundo. Com uma média de 71,5% por cada funcionário podendo chegar a 100% em alguns setores. No mundo a média é de 20,5%. Se estes encargos fossem para o bolso do trabalhador em forma de salário teríamos um impacto muito positivo para toda a sociedade. Com trabalhadores bem remunerados haveria maior consumo, maior desenvolvimento industrial e comercial, aumento de investimentos estrangeiros e geração de empregos, uma sociedade mais justa com muito menos desigualdades sociais.

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