• Cecília Andalaft

Resumo sobre a covid-19 – o que sabemos até agora

Em 11 de março de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o novo coronavírus como uma pandemia mundial.

A OMS a definiu como uma emergência internacional de saúde, uma situação extraordinária com um risco de saúde pública para o mundo através da disseminação internacional da doença e por potencialmente exigir uma resposta internacional coordenada urgente e agressiva dos países para a contenção das infecções.

As principais medidas adotadas inicialmente foram o fechamento das atividades comerciais, educacionais, culturais, distanciamento social generalizado, o uso de máscaras e a higiene das mãos.

A COVID-19 afeta diferentes pessoas de diferentes maneiras. A maioria das pessoas infectadas apresenta sintomas leves a moderados da doença e não precisam ser hospitalizadas sendo os mais comuns a febre, a tosse seca e o cansaço. Algumas apresentam outros sintomas como dores de cabeça e no corpo, congestão nasal, perda de olfato ou paladar, erupções cutâneas e diarreia. Apesar de incômodos, estes sintomas são transitórios e requerem medicamentos simples e repouso. Algumas pessoas são assintomáticas, entretanto outras apresentam sintomas mais severos e precisam ser internadas para receber oxigênio, e uma parte delas precisa de UTI.

As pessoas idosas e as que têm outras condições de saúde como pressão alta, problemas cardíacos e do pulmão, diabetes ou câncer, têm maior risco de ficarem gravemente doentes. No entanto, qualquer pessoa pode pegar a COVID-19 e ficar gravemente doente.

Como é uma doença nova e desconhecida os dados estatísticos têm que ser atualizados constantemente. O gráfico abaixo mostra um levantamento realizado em 2020:

Os dados divulgados em jornais e artigos científicos apontam que a taxa de mortalidade do coronavírus (Sars-COV-2) varia de 2 % à 4 % mas com base nos estudos de Stanford em relação à população não diagnosticada, especialistas declaram que a mortalidade é ao menos 10 vezes menor que as estimativas. Isto não significa, porém, que a COVID-19 não deva ser levada a sério.

O mundo já aplicou mais de 2 bilhões de doses de vacinas contra a covid, mas cada um tem que fazer sua parte.

Para que possamos passar por essa pandemia com o menor número possível de infectados devemos seguir as regras básicas já repetidas desde o início:

Usar máscara ao sair de casa, lavar as mãos/ usar álcool em gel com frequência, manter distância de pelo menos 2 metros ao conversar com outras pessoas, não tocar olhos, nariz ou boca, evitar aglomerações e procurar atendimento médico se tiver febre, tosse e dificuldade para respirar.


Fontes: www.politize.com.br

https://www.paho.org/pt

https://www.rededorsaoluiz.com.br

https://saude.abril.com.br


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